Perfis, cookies e impressões digitais ficam no seu computador, sem uma nuvem do Evobot obrigatória para armazená-los. Aqui mostramos o que permanece local, quando uma função usa a internet e como conferir o instalador que você baixou.
A diferença que quase ninguém no mercado tem: o que é seu fica com você.
Fica local enquanto você não exportar ou ativar uma integração:
Alguns concorrentes oferecem armazenamento local, em nuvem ou ambos. Quando a nuvem é usada:
Local-first por padrão
Perfis, cookies e fingerprints ficam no PC. Conta, licença, atualizações e integrações ativadas usam somente as comunicações necessárias à função.
Hash SHA-256 de cada versão
Publicamos o hash de todo instalador que sai. Em 30 segundos você confere que baixou o arquivo certo, sem adulteração — sem precisar confiar na nossa palavra.
Sync de equipe criptografado
Quando ativado, o Team Sync cifra o pacote antes de enviá-lo ao WebDAV, S3 ou MinIO configurado pela equipe. A proteção também depende de uma senha forte e da segurança do armazenamento escolhido.
Carregando a versão publicada…
O hash não impede que outra pessoa publique um arquivo diferente. Ele permite detectar a diferença: compare sempre com o valor exibido no domínio oficial e não instale se um único caractere divergir.
Preferimos te contar antes de você ver. Ao abrir o instalador, o Windows mostra um aviso azul do SmartScreen dizendo que o editor é desconhecido. Você clica em Mais informações e depois em Executar assim mesmo.
Por que aparece: o pacote atual ainda não está assinado com um certificado Authenticode reconhecido pelo Windows. Por isso, o sistema não consegue confirmar automaticamente a identidade do editor nem construir reputação para ele. Isso é diferente de uma detecção de malware.
Como conferir agora: compare o SHA-256 do arquivo com o valor oficial acima. O hash confirma que o instalador é exatamente o arquivo publicado por nós. Uma futura assinatura digital acrescentará outra prova: a identidade do editor e sua cadeia de confiança. As duas verificações se complementam.
Assinatura de código está no nosso planejamento. Quando entrar, este aviso some e a gente atualiza esta página.
O Evobot automatiza navegador e controla janelas — as mesmas capacidades que ferramentas legítimas de automação (Selenium, Playwright, RPA) usam. Por isso, alguns antivírus marcam esse tipo de app com um alerta genérico e automático (heurística), não porque encontraram algo malicioso.
Evidência histórica: em 29/07/2026, uma versão anterior do instalador e seus binários passaram por duas varreduras independentes do Microsoft Defender, com proteção em nuvem e bloqueio de PUA ativos, sem detecções. Esse resultado pertence à versão testada naquela data e não substitui a verificação do instalador atual.
Como verificar a versão atual: (1) confirme o SHA-256 acima; (2) mantenha o Microsoft Defender atualizado e faça uma varredura no arquivo; (3) se quiser uma segunda opinião, consulte um serviço multimecanismo e avalie cada alerta pelo nome e pelo comportamento, não apenas pela contagem.
Nós nunca vamos te pedir para desativar o antivírus, nem para criar exceção. Pedir isso é a assinatura de quem está distribuindo coisa ruim, e não queremos nem parecer. Se algum antivírus marcar o Evobot, o certo é nos avisar: nós abrimos o processo de falso-positivo com o fabricante e corrigimos na origem, para todo mundo — não só para você.
Pergunta justa — e a resposta é: não confie, verifique. Tudo que a gente afirma aqui dá pra checar sozinho, sem depender da nossa palavra: o hash é público, o tráfego de rede você audita, e os dados ficam na sua máquina onde você pode vê-los.
Repare no que a gente não faz: não escondemos o aviso do Windows — explicamos ele antes de você ver. Não pedimos pra desativar antivírus. Não dizemos “100% seguro”, porque isso ninguém consegue provar. Preferimos te dar o que dá pra conferir.
Golpe é o contrário disso: fonte anônima, sem hash pra conferir, pedindo pra desativar o antivírus e mandando “confia”. A gente faz questão de ser o oposto — porque a confiança é o produto.